[retail drops] storytelling no PDV | boden

Uma loja pode falar por si mesma

Aproveite cada visita de um cliente em sua loja para apresentar novidades, contar sobre seus produtos e serviços e consequentemente, vender.

A técnica de storytelling no PDV pode ser feita de diversas maneiras, o importante é que ela faça um papel informativo, educativo, que de maneira cativante aproxime o cliente para narrar a história do produto, ou da própria marca.

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muito além do foodtruck: versatilidade sobre rodas

Os furgões colocaram o pé para fora da cozinha e se tornaram opções acessíveis e versáteis para empreender em diversos segmentos do varejo.

Já temos visto foodtrucks pelas ruas de São Paulo há alguns anos agora, assistimos o boom desse modelo de negócio focado no setor de alimentação entre 2014 e 2015. Eles seriam a evolução gourmetização dos carrinhos de cachorro quente e prensado que sempre vimos por aí, nas regiões empresariais, próximos às estações de metrô e rodoviárias, na frente dos estádios. Acredito que um dos pioneiros desse movimento tenha sido o Rolando Massinha, que atendia há 8 anos na Av. Sumaré. Você conhece? A regulamentação ainda é polêmica. No ano passado a subprefeitura da Lapa proibiu que ele continuasse atendendo naquele espaço e ainda não tenho notícias se pode retornar. Ele passou a atender em espaços de foodpark e eventos corporativos, até que o ponto na Sumaré seja disponibilizado para o seu retorno. O comércio itinerante, após decreto municipal em 2014, só pode operar em locais previamente autorizados, o que é um pouco incoerente com o próprio conceito “itinerante” dos estabelecimentos sobre rodas.

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na contramão e sem pressa: slow shopping

Já foi sinônimo de sucesso ser a pessoa super ocupada, que não tem tempo para nada, que vive na correria, que está sempre emendando uma reunião em outra, que é super solicitada ao telefone, que é obrigada a terceirizar praticamente todas as suas atividades pessoais por simplesmente não ter tempo.  Não parece no mínimo incoerente considerar que viver assim seja considerado algo positivo? Em alguns meios essa cultura ainda é incentivada, mas há uma forte tendência que incentiva justamente o cenário oposto ao descrito: o movimento Slow.

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[varejo e a experiência de consumo] relacionamento

Em mais um post da série [varejo e a experiência de consumo], vamos falar sobre a experiência de consumo pautada em relacionamento com o cliente.

Como o design pode ajudar a determinar de maneira positiva essa relação com o consumidor?

O design de varejo deve estar sempre muito ligado às estratégias de marketing da marca, e não é diferente no caso do marketing de relacionamento. A nossa proposta aqui é sempre mostrar os casos onde o design tem o papel de entregar essa estratégia, não vamos entrar na seara de infinitas formas de fazer marketing de relacionamento que não tenham ligação com o ponto de venda, com o store design.

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[varejo e a experiência de consumo] experimentação

Em todas as reuniões de marketing e estratégia, sempre ouvimos falar sobre experiência de compra/consumo (ou shopping/consumer experience) e como isso é importante para engajar os clientes, para fidelizar, entre diversas vantagens que essa experiência pode trazer para uma marca.

O termo em si é bem abrangente e pode significar dentro da relação marca-cliente uma gama de possibilidades, especialmente quando falamos de e-commerce. Porém, aqui vamos nos ater apenas às experiências de compra que são vivenciadas no varejo offline, ou seja, nas lojas. Essa experiência que se inicia no universo offline pode se estender facilmente para meios abstratos e muitas vezes os canais online são responsáveis por trazer esse cliente para dentro da loja física.

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